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❏ “Eu não me importo se eu nunca tiver outro fã novamente”


Em véspera de Neon Nature Tour, uma nova entrevista da Marina foi publicada. Dessa vez para o portal Houston Chronicle. Confira a nossa tradução:

Marina Diamandis inicia sua Neon Nature Tour na Segunda em Houston. E ela está pronta para uma saudação de boas-vindas única do Texas.

“A primeira vez que fui para Houston, foi para uma turnê de rádio. Eu me lembro de ter margaritas e muita carne toda noite”, ela diz. “Estou feliz por estar apta para ter isso novamente“.

Os recordes de Diamandis sob o nome Marina and The Diamonds, uma referência a seus fãs. Seu terceiro álbum, “FROOT”, é uma coleção dreamy pop com rock e influências dos anos 80. A turnê já tem mais de 20 datar pelo país.

“FROOT” foi lançado esse ano e é seu primeiro álbum a atingir o top 10 da Billboard 200. Mas Diamandis não está tão concentrada em se tornar uma diva super estrela.

Qual é a sensação em começar essa turnê?
Marina: Estar fora das paradas, comparado a como eu me sentia antes. Estou muito ansiosa para ver o palco e ver se tudo é como eu queria que fosse. Normalmente, você tem uma baixa ansiedade. Mas para este show, eu realmente quero que ele seja o melhor show que eu já fiz. É um passo acima do que eu fiz anteriormente.

Você pode nos dar um trecho?
Marina: Estou tomando inspiração da forma que espetáculos teatrais funcionam. O primeiro ato é “Family Jewels”, meu primeiro álbum. O segundo ato será “Electra Heart”. O terceiro ato é “Froot.” Todos eles têm aparência e roupas separadas. Dessa forma, eu senti como se eu pudesse comemorar cada época e cada elemento visual corretamente. Em termos de conceito visual para o show, ele é baseado em como nós combinamos a natureza com a tecnologia.

Você ganhou mais consciência com cada álbum. Quão importante é o sucesso comercial?
Marina: Eu me sinto bem relaxada. Eu não me importo se eu nunca tiver outro fã novamente. Obviamente, você quer pessoas que curtam sua música. Mas eu não acho que tenho a mesma visão de carreira que um artista normal deveria ter, eu realmente quero ser mais popular a cada álbum. Para mim, é sobre o que eu estava sentindo no momento e o que eu queria dizer. Tudo o que sei é que eu me sinto muito satisfeita com a carreira que eu tenho.

Seus Diamonds são muito fieis. O que faz deles memoráveis?
Marina: Não é suficiente dizer que me sinto sortuda em ter este tipo de base de fãs. Obviamente, eu vou pensar no mais estranho, que era um cara em Amsterdã. Ele tinha por volta de 15 anos. Basicamente, ele me deu sua própria cola para cheirar. Eu não uso drogas. Eu estava tipo, “Eu não entendi.”

O que você tem que ter na estrada?
Marina: Número 1, meu óleo de coco. Número 2 são bolos de arroz. Eu tenho que ter esses itens em minha mala. É difícil para se manter saudável em turnê. Você precisa de lanches o tempo todo. Minha terceira coisa seria provavelmente o meu computador.

Três álbuns que te influenciaram como cantora e compositora.
Marina: Ah, fácil. Eu diria que “Tidal”, da Fiona Apple. Eu ouvi muito. Eu acho que é por isso que eu provavelmente comecei a escrever músicas no teclado. “Ray of Light” da Madonna, eu amava muito. É ridiculamente bom. PJ Harvey, “Stories From the City, Stories From the Sea”. Esses são alguns dos meus mais queridos álbuns.