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⋇ 𝐕𝐢𝐝𝐚 𝐏𝐞𝐬𝐬𝐨𝐚𝐥 ≀

Johansson é judia e celebra tanto o Natal como o Hanucá. Ela afirmou que não gosta de citar Deus ou Jesus em seus discursos de recebimento de prêmios. Enquanto estudava na Professional Children's School (PCS), ela namorou o cantor Jack Antonoff de 2001 a 2002. Ela também namorou seu companheiro de trabalho do filme The Black Dahlia, Josh Hartnett, por cerca de dois anos até o final de 2006; Harnett explicou que suas vidas ocupadas e cheias de trabalho foram a razão de sua separação. Johansson então começou um relacionamento com o ator canadense Ryan Reynolds em 2007; eles noivaram em maio de 2008, casaram em setembro de 2008, se separaram em dezembro de 2010 e se divorciaram em julho de 2011.

Em novembro de 2012, Johansson começou a namorar o francês Romain Dauriac, dono de uma agência de publicidade independente; eles ficaram noivos em setembro de 2013, e dividiam seu tempo entre Nova Iorque e Paris. Em 2014, ela deu à luz Rose Dorothy Dauriac. Johansson e Dauriac se casaram em outubro do mesmo ano em Philipsburg, Montana, mas se separaram no meio do ano de 2016 e se divorciaram em setembro de 2017.

Johansson foi criticada pela imprensa por estar promovendo uma imagem de mulher que busca a todo custo estar magra. Em um artigo que ela escreveu para a HuffPost, ela disse apenas que encorajou o leitor a manter um corpo saudável. Ela apareceu nua na capa da revista Vanity Fair de março de 2006 ao lado da atriz Keira Knightley e do designer de moda Tom Ford. Isto causou controvérsias, pois ela acreditava que a mulher sempre é forçada a exibir sua sexualidade mais do que os homens. Em setembro de 2011, várias fotos dela sem roupa foram hackeadas de seu celular e publicadas na internet. Segundo uma investigação do FBI, o hacker foi preso, declarado culpado, e sentenciado a dez anos de prisão. Johansson disse guardava-as pois tinha enviado três anos antes para seu então marido Reynolds. Em 2014, ela ganhou uma ação judicial contra a editora francesa JC Lattès por esta usar seu nome e apresentar uma modelo parecida com ela no romance The First Thing We Look At, de Grégoire Delacourt. Johansson recebeu 3,400 dólares, mas tinha reivindicado 68,000.

Johansson tem sido chamada de ScarJo, um apelido dado a ela pela imprensa e pelos fãs, mas ela não gosta, achando-o preguiçoso, irreverente e insultante. Ela frequentemente é descrita como um símbolo sexual pela imprensa, que considera seus lábios, olhos verdes e voz como suas marcas registradas. A revista The Sydney Morning Herald descreveu Johansson como "a personificação da fantasia masculina". Durante as filmagens de Match Point, o diretor Woody Allen, comentou sobre sua atratividade. Em 2014, o crítico Anthony Lane, da The New Yorker, escreveu que "ela é evidentemente, e lucrativamente, consciente de sua sensualidade, e de quanto, até a última polegada, isso contribui para contornar sua reputação". Johansson não gosta de ser sexualizada e acredita que as preocupações com as atratividades das pessoas não duram. Em 2011, ela perdeu o papel principal em The Girl with the Dragon Tattoo pois o diretor David Fincher a achava "muito sexy" para o papel.

Johansson frequentemente aparece em revistas de beleza. Na revista Maxim, ela apareceu de 2006 a 2014 na Hot 100, uma lista publicada anualmente em que consta as 100 mulheres consideradas mais sexy. Johansson foi nomeada duas vezes pela Esquire como "a mulher viva mais sexy", em 2006 e 2013, e tem sido incluída em listas similares pela Playboy (2007) e Men's Health (2011). Apareceu com frequência na publicação das 100 Mulheres Mais Sensuais da FHM. Em 2010 ela foi nomeada a Garota do Ano pela GQ. O museu Madame Tussauds New York fez uma escultura de cera dela em 2015.

Em junho de 2014, Johansson foi convidada a se juntar a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Em 2006, ela apareceu na Forbes Celebrity 100, depois apareceu novamente em 2014 e 2015. Em maio de 2012, ela recebeu uma estrela na Calçada da Fama. Em 2014, 2015 e 2016 ela foi uma das atrizes mais bem pagas com ganhos anuais de US$17 milhões, US$35.5 milhões e US$25 milhões respectivamente, e foi a atriz de maior bilheteria de 2016 com um total de US$1.2 bilhões. Em maio de 2017, Johansson se tornou a atriz de maior bilheteria de todos os tempos da América do Norte, com seus filmes arrecadando cerca de US$3.6 bilhões.
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