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11 de abril de 2020 19 views

Noite à fora que me cobre

Negra como breu de ponta a ponta

Eu agradeço, a seja quais forem os Deuses

Por minha alma inconquistável.

 

Nas créis garras da circunstância

Eu não fiz cara feia ou sequer gritei.

Sob as pauladas da sorte

Minha cabeça está sangrenta, mas não abaixada.

 

Além desse lugar de raiva e lágrimas

É iminente o horror da escuridão

E ainda o avançar dos anos

Encontra, e deve encontrar, sem medo.

 

Não importa o quão estreito seja o portão,

O quão carregado com castigos esteja o pergaminho,

Eu sou o mestre do meu destino;

Eu sou o capitão da minha alma.

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