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เฌ˜๏ผญ๏ผญ โ”โ” โ˜† โ€ข 12

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De acordo com o livro The Guide to United States Popular Culture, "como um ícone da cultura popular americana, [são] poucos os rivais de Marilyn Monroe em popularidade, incluindo Elvis Presley e Mickey Mouse [...] nenhuma outra estrela já inspirou uma vasta gama de emoções — da luxúria à piedade, da inveja ao remorso". O American Film Institute (AFI) nomeou-a como a sexta maior lenda da história do cinema dos Estados Unidos, enquanto o Smithsonian Institution a incluiu na lista dos norte-americanos mais significantes de todos os tempos. Além disso, a revista Variety e o canal VH1 consideram-na um dos maiores ícones da cultura popular do século XX. Centenas de livros foram escritos sobre Monroe; além de ter sido o tema principal de filmes, peças de teatro, óperas e canções, ela também é creditada como a maior influência de diversos artistas, incluindo Andy Warhol e Madonna. Marilyn também continua sendo uma marca valiosa; a sua imagem e nome foram licenciados para centenas de produtos, e tem sido destaque em publicidades para corporações multinacionais, como a Max Factor, Chanel, Mercedes-Benz e Absolut Vodka.

A popularidade duradoura de Marilyn está ligada à sua imagem pública em conflito. Por um lado continua sendo considerada um símbolo sexual, ícone de beleza e uma das mais famosas estrelas de cinema clássico de Hollywood, Por outro lado, também é lembrada por sua vida pessoal conturbada, infância instável, luta pelo respeito profissional, sua morte inesperada e as teorias conspiratórias que a rodeiam. Marilyn também têm sido a base de estudos de jornalistas interessadas em gênero e feminismo, como Gloria Steinem, Jacqueline Rose, Molly Haskell, Sarah Churchwell e Lois Banner. Algumas, como Steinem, têm observado a participação de Marilyn como uma vítima dos sistemas de estúdios de cinema e a objetificação das mulheres em meados do século XX nos Estados Unidos. Outras, como Haskell, Rose e Churchwell, pelo contrário, tem destacado a importância do estúdio na carreira da atriz. Devido ao contraste entre seu estrelato e sua vida pessoal conturbada, Monroe está intimamente ligada às discussões mais amplas sobre fenômenos modernos, tais como meios de comunicação social, cultura do consumo e a fama. De acordo com a acadêmica Susanne Hamscha, por conta da sua contínua relevância para as discussões em cursos sobre a sociedade moderna, a atriz "nunca é completamente situada em um momento ou em um lugar", mas tornou-se "uma superfície sobre a qual relatos da cultura americana podem ser (re)construídas" e "funciona como um tipo cultural que pode ser reproduzido, transformado e traduzido em novos conceitos promulgados por outras pessoas". Da mesma forma, Banner descreve Marilyn como um "metamorfo eterno" que é "recriado por cada geração e cada indivíduo baseado em suas próprias especificações".

Apesar de Marilyn continuar sendo um ícone cultural, os críticos ainda se dividem quanto ao seu legado como atriz. David Thomson descreveu o seu corpo de trabalho como "sem substância", enquanto Pauline Kael escreveu que ela não sabia atuar, mas "usou a sua falta de habilidades para divertir o público". "Ela teve a sagacidade, grosseria ou desespero em fazer o que os outros que tiveram 'bom gosto' não fariam", completou Kael. Por outro lado, Peter Bradshaw escreveu que a atriz "foi uma comediante talentosa que entendia como a comédia alcançava seus efeitos". Jonathan Rosenbaum afirmou que "ela sutilmente revertia o conteúdo sexista dos seus trabalhos" e que "a dificuldade que algumas pessoas têm em reconhecer Marilyn como atriz é enraizada na ideologia de uma época repressiva, quando as mulheres super femininas não deveriam ser inteligentes". Em 2012, no aniversário de cinquenta anos de sua morte, a sua imagem foi usada nos cartazes promocionais do Festival de Cannes, apesar do fato de nunca ter frequentado a cerimônia e apenas um de seus filmes, A Malvada (1950), ter lá sido exibido.

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