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เฌ˜๏ผญ๏ผญ โ”โ” โ˜† โ€ข 08

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                                                             โ”‚  A morte de Marilyn Monroe   โ”‚
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Marilyn foi encontrada morta no quarto de sua casa em Los Angeles pelo seu psiquiatra Ralph Greenson nas primeiras horas da manhã de 5 de agosto de 1962. Greenson havia sido chamado pela empregada Eunice Murray que estava dormindo no emprego e acordou às 03h00 "sentindo que algo estava errado". Murray tinha visto a luz debaixo da porta do quarto de Marilyn, mas ela não obteve resposta quando a chamou e encontrou a porta trancada. A morte foi confirmada oficialmente pelo médico Hyman Engelberg, que chegou na casa por volta das 03h50, notificando somente às 04h25 o Departamento de Polícia de Los Angeles.

O Departamento de Examinação Médica acompanhou a investigação da sua morte por peritos da Prevenção de Suicídio de Los Angeles. Foi estimado que Marilyn havia morrido entre as 20h30 e 22h30, sendo que a análise toxicológica concluiu que a causa da sua morte foi intoxicação por barbitúricos, já que ela tinha 8 mg de hidrato de cloral e 4,5 mg de pentobarbital no sangue, com outros 13 mg de pentobarbital no fígado. Frascos vazios contendo estes medicamentos foram encontrados ao lado da cama.  A possibilidade de Marilyn ter tido uma overdose acidental foi descartada, pois as dosagens encontradas no seu corpo estavam várias vezes acima do limite letal. Os médicos e psiquiatras que conviveram com ela afirmam que a atriz era propensa a "medos graves e depressões frequentes" com mudanças de humor "abruptas e imprevisíveis", além de ter sofrido overdose diversas vezes no passado, possivelmente intencionalmente. Devido a isso e à falta de qualquer indício de crime, a sua morte foi classificada como um provável suicídio.

A morte inesperada de Marilyn foi notícia de primeira página nos Estados Unidos e na Europa. De acordo com a autora Lois Banner, "dizem que a taxa de suicídio em Los Angeles dobrou após a confirmação de sua morte, bem como a circulação da maioria dos jornais naquele mês", enquanto o Chicago Tribune informava que haviam recebido centenas de telefonemas de membros da informação pública falando sobre a sua morte. O escritor francês Jean Cocteau comentou que o falecimento da atriz "deveria servir como uma terrível lição a todos aqueles cuja ocupação é composta por espionar e atormentar [a vida das] estrelas de cinema". Laurence Olivier, com quem contracenou em The Prince and the Showgirl (1958), a considerou como a "maior vítima do sensacionalismo"; enquanto o diretor Joshua Logan – que trabalhou com ela em Bus Stop — afirmava que "ela foi uma das pessoas menos valorizadas do mundo". Seu funeral foi realizado em Westwood Village Memorial Park Cemetery em 8 de agosto de 1962, fechado ao público para o comparecimento apenas de amigos próximos. O velório foi organizado por Joe DiMaggio e sua gerente de negócios Inez Melson. No mesmo dia, centenas de espectadores lotaram as ruas ao redor do cemitério. Marilyn foi enterrada na cripta número vinte e quatro no Corredor de Memórias.

Várias teorias conspiratórias sobre a morte de Marilyn foram apresentadas nas décadas seguintes, incluindo assassinato e overdose acidental. As especulações de homicídio ganharam a atenção da mídia com a publicação de Marilyn: A Biography (1973), escrito por Norman Mailer, o que impulsionou a justiça de Los Angeles a realizar uma "investigação liminar" em 1982. No entanto, nenhuma evidência de crime realizado por alguém foi encontrada. Mesmo após as investigações, uma das mais conhecidas teorias apareceu, onde coloca Robert F. Kennedy como o autor do crime, o mesmo teria ordenado que ela fosse morta para que não relevasse os seus segredos e os de seu irmão, John F. Kennedy. De acordo com os autores que espalharam a teoria com o lançamento do livro The Murder of Marilyn Monroe: Case Closed (2014), a sua morte teria sido causada por uma injeção letal inserida no coração, tendo a participação de seu psiquiatra e do então cunhado dos Kennedy, o ator Peter Lawford. Em agosto de 2018, o governo dos Estados Unidos divulgou documentos oficiais que estiveram secretos durante mais de cinquenta anos, os quais afirmam que a artista teria abortado um filho, fruto de seu relacionamento secreto com Robert F. Kennedy.

Os dias finais de Marilyn Monroe

  • Em 1961, Marilyn Monroe se divorciou do dramaturgo Arthur Miller, seu terceiro e último marido. Foi durante esta união que a atriz sofreu alguns abortos espontâneos e culpou a si própria por seus problemas, consumindo álcool e drogas como anfetaminas e barbitúricos. Além disso, Monroe também estava com alguns problemas de saúde, tanto do ponto de vista mental (depressão, ansiedade, insônia e baixa autoestima) quanto físico (ela passou por uma colescistectomia e fez outra cirurgia por conta de uma endometriose).
  • No fim de 1961, a artista decidiu deixar Nova York, onde morou nos últimos seis anos, e optou por retornar para Los Angeles, sua cidade natal. Já em 1962, foi escalada para participar do filme “Something’s Got to Give”. No entanto, por conta de seus problemas de saúde, ela mal conseguia gravar suas cenas e a produção da obra pouco andava.
  • Em maio – mais precisamente no dia 19 –, Monroe deu uma pausa no trabalho para realizar uma de suas apresentações mais famosas: cantou “Happy Birthday, Mr. President” – “Feliz Aniversário, Sr. Presidente” – para o então presidente americano, John Kennedy, em Nova York. Esta performance ficou famosa pela maneira em que Monroe entoou a canção e por conta do vestido que usou. A peça era bem justa e passava a impressão de que a atriz estava nua.

Na época, Kennedy deu a seguinte resposta sobre a apresentação:

“Agora eu posso me aposentar da política, após ela ter cantado ‘Parabéns Pra Você’ de uma maneira tão doce e honesta.”

  • Dois meses antes, Marilyn Monroe havia se encontrado com Kennedy durante uma festa na Califórnia. Este fato, aliado com a apresentação, logo gerou rumores de que a atriz estava vivendo um caso com o então presidente americano – que era casado.
  • O retorno para Los Angeles havia ocorrido com o objetivo de retomar as gravações de “Something’s Got to Give”. A atriz até celebrou seu aniversário de 36 anos com os colegas de elenco no dia 1º de junho. No entanto, após se ausentar do set de filmagens por mais alguns dias, ela foi demitida em 7 de junho pelo estúdio Fox, responsável pela obra. A produção foi definitivamente suspensa após o ator Dean Martin ter se recusado a trabalhar sem a presença da parceira. Oficialmente, a Fox alegou que optou pela demissão por conta do vício em drogas de Monroe, sua falta de profissionalismo e a crença de que a atriz estava mentalmente perturbada. Para tentar reverter a publicidade negativa, Marilyn deu entrevistas para veículos famosos, como a revista Vogue.

Diante disso, o contrato com a Fox foi renegociado e as gravações de “Something’s Got to Give” foram retomadas. A atriz estava determinada a superar todos esses problemas para ver a carreira decolar novamente. Alguns dias antes de sua morte, ela disse ao jornalista W.J. Weatherby:

“Você sabe de quem eu sempre dependo? Não é de estranhos, não é de amigos. É do telefone! Ele é o meu melhor amigo.”

  • De fato, a atriz passou a última semana de sua vida fazendo inúmeras ligações, seja para negociar novos trabalhos, tratar seus problemas ou apenas conversar com amigos.

Como foram as horas finais

  • Marilyn Monroe morreu em 4 de agosto de 1962, um sábado, em sua casa na cidade de Los Angeles. Na manhã daquele dia, ela recebeu o fotógrafo Lawrence Schiller e os dois discutiram a possibilidade de a atriz fazer algumas fotos nua para a revista Playboy, no set de filmagens de “Something’s Got to Give”.
  • Nas horas seguintes, Monroe recebeu sua massagista e conversou com alguns amigos pelo telefone. Em sua companhia, estavam a funcionária doméstica Eunice Murray e a assessora particular Patricia Newcomb, que havia passado a noite anterior no local.
  • Às 16h30, o psiquiatra da atriz, Ralph Greenson, chegou no local para uma sessão com Monroe, e pediu para Newcomb ir embora. Pouco antes de deixar a residência, às 19h, o médico disse para Murray passar a noite na residência, justamente para que a atriz tivesse companhia.
  • Alguns minutos depois, a artista recebeu uma ligação de Joe DiMaggio Jr, filho do lendário jogador de beisebol Joe DiMaggio, que foi o segundo marido de Marilyn Monroe. Jr contou à ex-madrasta que terminou o namoro com uma garota que Monroe não havia gostado. Posteriormente, o jovem disse não ter notado nada de anormal no comportamento da atriz.

Às 20h, Marilyn decidiu ir para seu quarto, de onde não sairia com vida. Pouco tempo após se retirar para o cômodo, ela recebeu uma ligação do colega Peter Lawford, que tentou convidá-la, sem sucesso, para ir a uma festa. Lawford foi o primeiro a demonstrar preocupação com a atriz. Ele percebeu que a amiga estava sob o efeito de drogas durante o telefonema.

Segundo o relato de Lawford, Monroe finalizou a ligação dizendo:

“Diga tchau para a Pat (Patricia Kennedy, irmã de John Kennedy e esposa de Lawford), diga tchau para o presidente e diga tchau para você mesmo, porque você é um cara legal.”

  • No entanto, Eunice Murray garantiu ao ator que tudo estava bem com Marilyn Monroe. A atriz ainda conversou com mais algumas pessoas, como o fabricante de vestidos Henry Rosenfeld e a cabeleireira Sydney Guilaroff.

 

Teorias de conspiração

  • Justamente por conta da fama que Marilyn Monroe conquistou ao longo da vida, a morte logo se tornou alvo de inúmeras teorias de conspiração. Muitas delas garantem que sua morte não foi uma mera overdose intencional de barbitúricos.
  • Uma das mais conhecidas, por exemplo, afirma que a CIA, a famosa agência de inteligência do governo americano, assassinou Monroe. O motivo seria que John Kennedy e seu irmão, Bob Kennedy, teriam compartilhado inúmeros segredos de estado com a atriz, transformando-a em um risco para a segurança dos Estados Unidos.
  • Outra, relacionada com esta alega que a CIA contratou mafiosos para tirar a vida de Monroe. Afinal, a agência não iria querer ter seu nome associado com a morte da atriz.
  • Conspiracionistas também afirmam que a artista teria sido morta sob ordens de Bob Kennedy. Existem duas versões. A primeira diz que o político teria alegado que a atriz seria uma “comunista de carteirinha” devido a sua união com Arthur Miller, simpatizante da ideologia. E como ela sabia de muitos segredos por conta da amizade com John Kennedy e o próprio Bob, seria um perigo para o governo americano.
  • Já a segunda afirma que Bob Kennedy teria ordenado a morte de Monroe com receio de que o caso que tinha com a atriz – o político também teria se envolvido afetivamente com a atriz – fosse exposto e arruinasse sua carreira política.

As teorias ganharam tanta força entre o público que a polícia de Los Angeles optou por investigar novamente a morte de Marilyn Monroe em 1982. No entanto, os responsáveis não encontraram evidências que as sustentassem.

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