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𝚃𝙾𝙱𝚃𝙱 | 𝚘𝚜 𝚌𝚘𝚗𝚝𝚘𝚜 𝚍𝚎 𝚋𝚎𝚎𝚍𝚕𝚎, 𝚘 𝚋𝚊𝚛𝚍𝚘.


                                  𝐓𝐇𝐄 𝐓𝐀𝐋𝐄𝐒 𝐎𝐅 𝐁𝐄𝐄𝐃𝐋𝐄 𝐓𝐇𝐄 𝐁𝐀𝐑𝐃
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Autora: J. K. Rowling sob o pseudônimo de Beedle, o Bardo.
Editoras em inglês: Scholastic (EUA) e Bloomsbury (UK).
Editora Brasileira: Rocco.
Lançamento no Brasil: 4 de dezembro de 2008 (lançamento simultâneo em 24 países).
Páginas da edição padrão: 128.
Tradução: Lia Wyler.

                                               𝐒𝐈𝐍𝐎𝐏𝐒𝐄
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“Os Contos de Beedle o Bardo”, um clássico bruxo, chegou pela primeira vez à atenção de leitores trouxas no livro agora conhecido como Harry Potter e as Relíquias da Morte. Agora, graças a tradução feita por Hermione Granger das runas antigas, nós apresentamos essa incrível edição com uma introdução, notas, e ilustrações feitas por JK Rowling, e extensivo comentário por Alvo Dumbledore.

Nunca antes trouxas tiveram acesso a esses ricamente imaginativos contos: “O Mago e o Caldeirão Saltitante”, “A Fonte da Sorte”, “O Coração Peludo do Mago”, “Babbyty, a Coelha, e seu Toco Gargalhante”, e é claro, “O Conto dos Três irmãos”. Mas não somente eles são iguais aos contos de fadas que nós agora conhecemos e amamos, lê-los dá uma nova visão do mundo de Harry Potter.

Não apenas revela seu vasto conhecimento da tradição mágica, mas também mais sobre suas qualidades pessoais: seu senso de humor, sua coragem, o orgulho de suas habilidades e a sua sabedoria conquistada com muito esforço. Nomes conhecidos dos livros de Harry Potter espalham-se nas páginas, incluindo Aberforth Dumbledore, Lúcio Malfoy e os seus antepassados e o cavalheiro Nicholas de Mimsy-Porpington (ou “Nick Quase Sem Cabeça”), como também de outros professores de Hogwarts e antigos donos da Varinha das Varinhas.

As histórias são acompanhadas por encantadoras ilustrações à tinta da própria sra. Rowling, com uma capa estilo natureza-morta para cada uma. Os comentários do professor Dumbledore – aparentemente escritos alguns dezoito meses antes de sua morte – Dumbledore nos conta de incidentes únicos no mundo bruxo, como produções teatrais hilariamente problemáticas em Hogwarts ou os perigos de ter “um coração peludo”. Mas ele também revela aspectos do mundo bruxo que os seus leitores trouxas poderiam achar muito familiares, como censura, intolerância, e questões sobre os mistérios mais profundos da vida.

No geral, essa é uma essencial adição ao nosso estoque de conhecimento sobre o mundo e a mágica que JK Rowling criou, e um livro que todo verdadeiro fã de Harry Potter vai querer ter em suas prateleiras.

Essa compra também representa outra forma muito importante de doação: para cada venda desse livro, a Scholastic dará a renda total para o The Children’s High Level Group, um grupo de caridade co-fundado em 2005 por J.K. Rowling e Emma Nicholson para dar uma vida melhor para crianças.

CHLG auxilia em torno de um quarto de milhão de crianças todo ano por meio de suas atividades educacionais, trabalhos de passagem em instituições, e uma dedicada linha de ajuda telefônica e de e-mail. Para mais informações, visite www.chlg.org.

                                        𝐑𝐄𝐒𝐔𝐌𝐎 𝐃𝐎𝐒 𝐒𝐏𝐎𝐈𝐋𝐄𝐑𝐒
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Livro traduzido das Runas originais por Hermione Granger.

Beedle, o Bardo nasceu no século XV em Yorkshire. Tinha uma barba excepcionalmente luxuriante.

Beedle, o Bardo, gostava de trouxas, e os considerava mais ignorantes do que malévolos.

A professora Minerva McGonagall, atual diretora de Hogwarts, foi quem concedeu a permissão para a publicação dos comentários de Dumbledore.

A introdução diz que Dumbledore não revela tudo o que sabe sobre o Conto dos Três Irmãos.

Tudo indica que os comentários de Dumbledore foram destinados ao público bruxo, preocupada com esse fato, JKR incluiu explicações aos leitores trouxa, que talvez precisem de esclarecimento.

No início do século XV, se intensificava a perseguição por bruxos e bruxas na Europa.

Os bruxos e bruxas tinham razoável experiência em escapar da fogueira, do cepo e da forca.

Os bruxos achavam que ajudar um vizinho trouxa equivalia a se oferecer para buscar lenha para sua pira.

Nick Quase Sem Cabeça (Sir Nicholas de Mimsy-Porpington) foi trancado em uma masmorra antes de ser executado e teve sua varinha confiscada previamente.

Muitas famílias bruxas perderam seus membros mais jovens que não podiam esconder seus poderes mágicos.

No século XVII, os bruxos e bruxas que eram amigos dos trouxas eram chamados de “chafurdeiro, lambe-bosta e baba-ralé”.

Bruto Malfoy tinha um periódico anti-trouxa chamado Feitiçaria Aguerrida.

É mais raro encontrar abortos (filho de pais bruxos que não possui poderes mágicos) do que bruxos e bruxas filhos de pais trouxas.

O preconceito de que ser amigo de trouxas significava ter magia débil foi desaparecendo quando alguns dos bruxos mais poderosos do mundo eram pró-trouxas (como Dumbledore).

Beatriz Bloxam escreveu “Os Contos do Chapéu-de-Sapo“, uma versão infantil d’Os Contos de Beedle, o Bardo para evitar que as crianças tivessem pesadelos. Segundo ela, nunca se recuperou do trauma de ter ouvido o conto do Coração Peludo.

Herbert Beery deu aulas de Herbologia em Hogwarts, até que as deixou para lecionar na Academia Bruxa de Arte Dramática (e estava convencido de que representar A Fonte da Sorte dava azar).

A peça de A Fonte da Sorte foi exibida no Salão Principal de Hogwarts.

Dumbledore era um jovem professor de Transfiguração e Herbert lhe encarregou dos efeitos especiais.

Silvano Kettleburn foi professor de Trato de Criaturas Mágicas; e perdeu metade dos membros com o qual nascera.

O verme que Kettleburn emprestou para a peça (que se descobriu ser um cinzal submetido a um Feitiço de Ingurgitamento) explodiu e encheu o Salão Principal de fumaça.

O Diretor Armando Dippet proibiu em Hogwarts qualquer tipo de pantomima natalina em Hogwarts devido ao fiasco obtido pela Fonte da Sorte. A orgulhosa tradição antiteatral em Hogwarts se mantém até hoje.

Lúcio Malfoy solicitou a retirada da Fonte da Sorte da Biblioteca de Hogwarts, pois não aceitava a retratação de miscigenação de bruxos e trouxas.

Dumbledore se negou e teve o apoio da maior parte do Conselho Escolar, o que levou a um intercâmbio interessante de cartas entre ele e Lúcio Malfoy.

“Mago” era originalmente utilizado para designar aqueles que aprenderam as artes marciais e duelísticas próprias da magia. Costumava ser dada aos bruxos que tivessem realizado feitos de bravura, equivalente à concessão do título de “cavaleiro” aos trouxas que realizam atos de valor. Atualmente, se usa para descrever um bruxo de aparência extremamente feroz ou como título que denota um talento e destreza excepcionais.

Hector Dagworth-Granger, foi fundador da Mui Extraodinária Sociedade dos Preparadores de Poções, e explica que “Violentas paixonites podem ser induzidas por um competente preparador de poções, mas até hoje ninguém conseguiu criar o vínculo verdadeiramente incondicional, terno, irrompível, o único que pode ser chamado de Amor.”

Primeira das Leis Fundamentais da Magia de Adalberto Waffling: ‘Somente interfira com os mistérios mais profundos – a origem da vida, a essência do eu – se estiver preparado para enfrentar as consequências mais extremas e perigosas.’

Honória, tia solteirona de Dumbledore, desmanchou um noivado com um bruxo que trabalhava na Seção de Controle do Uso Indevido da Magia.

O livro de autoajuda: “O Coração Peludo: Um Guia para Bruxos que Não Querem se Comprometer” encabeçou a lista dos mais vendidos.

Bertrand de Pesées-Profondes, filósofo bruxo. Obra famosa: “Um Estudo da Possibilidade de Reverter os Efeitos Metafísicos e Reais da Morte Natural, com Especial Atenção à Reintegração da Essência com a Matéria”.

Lisette de Lapin, famosa feiticeira de Paris, condenada em 1422. Desapareceu de sua cela na véspera de sua execução.

A diretora de Hogwarts, Minerva McGonagall, se transformou em Animago, em decorrência de suas extensas pesquisas em todos os campos da Transfiguração.

O Departamento de Mistérios, no ano de 1672, demonstrou que os bruxos e bruxas nascem feitos.

As fotos e os retratos de bruxos têm movimentos e falam como seus personagens. Outros objetos raros, como o Espelho de Ojesed, podem também refletir mais do que uma imagem estática de alguém que perdemos.

Os trouxas não podem realizar mágicas, apenas podem aspirar a resultados incontroláveis ao usar uma varinha.

As árvores que produzem madeira para a fabricação de varinha são protegidas por magia e têm maldições para quem quiser roubá-las.

As Maldições Cruciatus, Imperius e Avada Kedavra foram classificadas como Imperdoáveis em 1717, com as mais rigorosas penalidades associadas ao seu uso.

“Bodalhão, o Bode Resmungão” é a história favorita de Aberforth quando pequeno.

Alvo Dumbledore conhecia as obras do poeta trouxa Alexander Pope.

Necromacia é a magia negra que ressuscita os mortos. É um ramo da magia que nunca teve sucesso, conforme “o conto dos três irmãos” exemplifica.

As Capas da Invisibilidade existem, mas nenhuma como a dos irmãos Peverell. Ao longo do tempo, costumam perder seu poder, e podem ser anuladas por Feitiços de Revelação. Dumbledore era famoso por realizar Feitiços de Desilusão e se tornar invisível sem a necessidade de uma capa.

Alguns críticos acham que Beedle se inspirou na Pedra Filosofal para a Pedra da Ressurreição.

Os fabricantes de varinhas não demonstram predileção pelo sabugueiro.

Emerico, o Mal é o primeiro bruxo documentado a possuir uma varinha de Sabugueiro.

Um século depois, um bruxo chamado Godelot fez importantes avanços na magia negra com a varinha de Sabugueiro. Godelot pereceu em seu porão trancafiado por seu filho louco Hereward.

Mais tarde, no início do século XVIII, apareceu Barabás Deverill com uma varinha ao qual chamava de “Varinha de Eldrun”.

Deverill impôs seu reino ao terror até que outro bruxo chamado Loxias acabou com isso e se apossou da varinha. A chamou de “Varinha da Morte” e assassinou quem o desagradasse. É difícil saber qual foi o seguinte dono, pois muitos alegam tê-lo matado, inclusive sua própria mãe.

Dumbledore diz que “Nenhuma bruxa jamais afirmou ter sido dona da Varinha das Varinhas”.

                                              𝐂𝐎𝐌𝐄𝐍𝐓𝐀𝐑𝐈𝐎𝐒
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Não existe uma maneira fácil de descrever a experiência de ver, ter em mãos, ou ler um exemplar de “Os Contos de Beedle, o Bardo” da autora J.K. Rowling, então vamos começar com uma palavra: “Whoa.” O simples fato da existência desse livro (um artefato vindo direto de um romance) é mágica, sem mencionar que são apenas sete exemplares no mundo e que cada um dos contos nunca lidos antes são escritos a mão e ilustrados pela própria J.K. Rowling (e fica claro desde as primeiras páginas que ela tem a habilidade de uma artista). A escrita de Rowling é como o garrancho familiar da tia preferida – não é difícil de ler, mas requer certa atenção – permitindo que você vá devagar e saboreie o mistério de cada palavra.

Sendo assim, como você resenha um dos mais notáveis exemplares que você já teve o prazer de abrir? Você simplesmente vira página, após página e se deixa levar por cada história. Você absorve os contos, escritos com um quê das fábulas de Esopo e com os traços da série; você segue cada mergulho e curva da escrita de Rowling e se deleita com cada detalhe que torna este livro único – uma letra manchadinha aqui, uma escrita que quase foge da página ali. Então você se depara com tudo isso e tenta trazer à vida, mas sabe que nunca o fará de forma eficiente.

Por Daphne Durham da Amazon.com.

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