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𝓒𝓪𝓻𝓻𝒆𝓲𝓻𝓪

Seu primeiro grande papel principal foi no palco na peça Oleanna, de 1993, dirigida por David Mamet, contracenando com Geoffrey Rush, para o qual ela ganhou o prêmio Sydney Theatre Critics de melhor estreia. Também apareceu como Ofélia na produção de 1994 – 1995 de Hamlet, dirigida por Neil Armfield co-estrelando com Richard Roxburgh e novamente com Geoffrey Rush. Blanchett apareceu na minissérie Heartland, contracenando com Ernie Dingo, e na minissérie Bordertown, com Hugo Weaving, e em um episódio de Police Rescue intitulado "The Loaded Boy". Apareceu em 1994 em Police Rescue, filme para a televisão, como uma professora refém de bandidos armados e nos 50 minutos de drama Parklands de 1996, que recebeu um lançamento limitado nos cinemas australianos.

Blanchett fez sua estreia internacional no cinema em 1997 com um papel de apoio como uma enfermeira australiana capturada pelo Exército japonês durante a Segunda Guerra Mundial, no filme Paradise Road (br: Um Canto de Esperança), dirigido por Bruce Beresford e estrelado por Glenn Close e Frances McDormand. Seu primeiro papel principal, também em 1997, foi como "Lucinda Leplastrier" na produção Oscar and Lucinda (br: Oscar e Lucinda), contracenando com Ralph Fiennes. Coincidentemente, Peter Carey, o autor de Oscar e Lucinda, tinha conhecido o pai de Blanchett, Bob, quando ambos trabalhavam com publicidade em Melbourne. Blanchett foi indicada para o seu primeiro prêmio, o Australian Film Institute Awards de melhor atriz por este papel, mas perdeu para Pamela Rabe em The Well. Ela, no entanto, ganhou o prêmio AFI de melhor atriz coadjuvante no mesmo ano por seu papel como Lizzie na comédia romântica Thank God He Met Lizzie (br: Ainda Bem Que Ele Conheceu Lizzie), co-estrelada por Richard Roxburgh e Frances O'Connor.

Seu primeiro grande papel de visibilidade internacional foi como Elizabeth I da Inglaterra, em 1998 no filme Elizabeth, por esse papel, ela recebeu uma indicação ao Oscar de melhor atriz. Blanchett perdeu para Gwyneth Paltrow por seu papel em Shakespeare in Love (br: Shakespeare Apaixonado), mas ganhou um British Academy Award (BAFTA) e um Globo de Ouro de melhor atriz em filme de drama. No ano seguinte, Blanchett foi indicada a um outro prêmio BAFTA por seu papel de apoio em The Talented Mr. Ripley (br: O Talentoso Ripley).

Em 2001 apareceu em The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring (br: O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel), de Peter Jackson. Ela desempenhou o papel de Galadriel em todos os três filmes. A trilogia detém o recorde como a mais alta trilogia cinematográfica de todos os tempos.

Mais tarde, em 2005 Cate ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante por seu papel de Katharine Hepburn no filme The Aviator (br: O Aviador), de Martin Scorsese.

Em 2006 estrelou Babel ao lado de Brad Pitt, e Notes on a Scandal (br: Notas Sobre um Escândalo), interpretando Sheba Hart e contracenando com Dame Judi Dench. Coincidentemente, Dench ganhou o Oscar de melhor atriz coadjuvante por interpretar a rainha inglesa Elizabeth I, no mesmo ano, Blanchett perdeu por interpretar a mesma figura histórica, embora em uma categoria diferente. Blanchett recebeu sua terceira indicação ao Oscar por seu desempenho no filme (Dench também foi indicada ao Oscar).

Em 2007, ganhou o prêmio Volpi Cup de melhor atriz no Festival de Cinema de Veneza e um Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante, por retratar uma das seis encarnações de Bob Dylan no filme I'm Not There (br: Não Estou Lá) de Todd Haynes e reprisou o seu papel como Elizabeth I na sequência de Elizabeth intitulada Elizabeth: The Golden Age (br: Elizabeth: A Era de Ouro). Na 80.ª cerimônia do Oscar, Blanchett recebeu duas indicações, incluindo Melhor Atriz por Elizabeth: The Golden Age (br: Elizabeth: A Era de Ouro) e Melhor Atriz Coadjuvante por I'm Not There (br: Não Estou Lá), tornando-se apenas o 11.º ator a receber duas candidaturas no mesmo ano, e a primeira atriz a receber outra indicação por reprisar um papel.

Em 2007 Blanchett foi nomeada pela revista TIME como uma das 100 pessoas mais influentes em todo o mundo e também uma das mais bem sucedidas atrizes pela revista Forbes. Atuou no filme Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull (br: Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal), como a agente da KGB Cel. Dr.ª Irina Spalko.

Blanchett e seu marido assinaram contrato de três anos como co-diretores artísticos da Sydney Theatre Company, em janeiro de 2008. Seus contratos incluíam uma cláusula que permitia que qualquer um deles pudesse ter três meses de cada ano para exercer outras atividades.

Blanchett apareceu no cinema com Brad Pitt, pela segunda vez em The Curious Case of Benjamin Button (br: O Curioso Caso de Benjamin Button), de David Fincher, no final de 2008. Blanchett emprestou sua voz para o filme Gake no ue no Ponyo no papel de Gran Mamare.

Em 5 de dezembro de 2008 Blanchett foi honrada com uma estrela na Calçada da Fama no Hollywood Boulevard, em frente ao Grauman's Egyptian Theatre.

Depois de interpretar a vilã russa Irina Spalko em Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull (br: Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal), membros do Partido Comunista Russo declararam que Cate deveria "estar sob ameaça de desemprego por aceitar o papel no filme" e que ela e Harrison Ford eram "atores de segunda categoria".