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◇ Características musicais

Influências
Vários artistas influenciaram o estilo musical de Beyoncé. Para ela Michael Jackson é o seu herói e o motivo pelo qual ela faz música. A cantora Mariah Carey também teve influência na sua carreira, Beyoncé já afirmou que começou a fazer melisma ouvindo a música "Vision of Love" primeiro single da carreira de Mariah Carey. Em suas aulas de canto, ela cantava músicas de jazz de cantores como Rachelle Ferrell. Além de Michael Jackson e Mariah Carey ela tem como influência os seguintes artistas: Aretha Franklin, TLC, The Chi-Lites, Tina Turner, Vanessa Williams, Madonna, Donna Summer, En Vogue, Toni Braxton, Mary J. Blige, Janet Jackson, Whitney Houston, Rachelle Ferrell e Diana Ross.

Beyoncé também influenciou vários artistas, como a cantora Rihanna, que foi comparada a ela pela jornalista Amina Taylor, do jornal The Guardian, devido à semelhança das duas cantoras na música, na voz e no palco. A cantora canadense Keshia Chanté, também se inspira em Beyoncé. O single de estreia da cantora Jordin Sparks, a música "Tattoo", tem a mesma percussão que a música "Irreplaceable" de Beyoncé. O motivo por isso acontecer é que a equipe de produção Stargate, que produziu as duas músicas, decidiu reutilizar sua própria criação no single de estreia de Jordin Sparks, de forma que Beyoncé não se importasse com a reutilização da percussão. A cantora Kelly Rowland se inspirou na voz de Beyoncé durante as gravações do seu segundo álbum solo Ms. Kelly. Em uma entrevista a revista Seventeen a cantora americana Miley Cyrus disse:
〝Quero ser como a Beyoncé, ela é perfeita, você olha pra ela e não pensa em mais nada, apenas segue o embalo de sua música. Ela é uma superstar no palco, espero que eu seja assim no futuro.〞

A banda brasileira Cansei de Ser Sexy, tem esse nome por causa de uma entrevista em que Beyoncé afirmou que não aguenta mais ser tão bonita e sexy. Em uma entrevista ao jornal The Sun, a cantora Alanis Morissette afirmou que Beyoncé salvou a sua vida, pois ela só completou os dez últimos quilômetros da exaustiva maratona pela Associação Nacional dos Portadores de Distúrbios Alimentares, porque ela ficou escutando a música "Survivor".

Voz e música
Sua voz é considerada mezzo-soprano dramático, com um registro vocal de 3,6 oitavas. Para o jornalista Jon Pareles do The New York Times, Beyoncé sempre foi a peça central do grupo Destiny's Child. A sua voz é a voz que define o grupo. Para o jornalista Paul Flynn do The Guardian, a voz de Beyoncé é única e rápida, com muita técnica vocal. Outros críticos elogiaram sua voz e sua potência vocal, quando escutaram o seu segundo álbum B'Day. Jody Rosen, do Entertainment Weekly, escreveu: "Beyoncé Knowles é uma tempestade disfarçada como cantora. Em seu segundo álbum solo B'Day, as canções chegam em grandes rajadas de ritmo e emoção, com a sua voz ondulada por batidas e ritimos. Você teria que pesquisar muito, talvez nos salões do Metropolitan Opera, para encontrar um vocalista que canta com a mais pura força. Ninguém, nem R. Kelly, nem Usher, nem suas rivais divas do pop podem se igualar ao gênio de Beyoncé cantando batidas de hip-hop". Chris Richards do The Washington Post escreveu: "mesmo quando ela é imitada, ela supera as suas imitações. Está tudo na sua voz, um instrumento sub-humano capaz de pontuar qualquer batida, Beyoncé canta muito bem." A revista Cove colocou Beyoncé no sétimo lugar na sua lista dos 100 Cantores Pop Mais Conhecidos, lhe dando 48 de 50 pontos, que foram avaliados em vários critérios que vão desde a sua capacidade vocal a harmonia de suas músicas. Beyoncé frequentemente tem sido comparada a artistas como Mariah Carey, por usar melisma em suas músicas. O jornal Eye Weekly escreveu que "não há dúvida de que Beyoncé é uma das melhores cantoras do pop, talvez uma das melhores vivas."
Sua música é classificada como R&B contemporâneo, mas também inclui os gêneros dance-pop, funk, pop e soul. Ela sempre cantou suas músicas em inglês, mas para lançar o álbum B'Day Deluxe Edition, ela gravou várias em espanhol. As Destiny's Child já havia gravado uma música em espanhol e receberam respostas favoráveis de seus fãs latinos. Beyoncé estudou espanhol na escola quando era jovem, mas agora só fala algumas palavras da língua. Antes de gravar as músicas em espanhol, ela foi treinada foneticamente por Rudy Perez, um produtor americano.

Compositora e produtora musical
Mesmo quando ela estava com as Destiny's Child, Beyoncé afirma ser artisticamente envolvida em sua carreira. Ela recebeu créditos por co-escrever e produzir a maioria das músicas gravadas pelo Destiny's Child e de sua carreira solo, ela é muito conhecida por escrever músicas pessoais e feministas. Mas ela já declarou que depois que Jay-Z entrou em sua vida, ela mudou os seus pensamentos sobre como homens e mulheres se relacionam entre si. A maioria de suas músicas são autobiográficas, a própria cantora já confirmou que se inspira em experiências pessoais e experiências vividas pelos seus amigos.

Beyoncé também já recebeu crédito pela co-produção da maioria dos trabalhos em que esteve envolvida, especialmente durante o seus trabalhos em carreira solo. Normalmente ela não surge com batidas, melodias e ideias prontas, tudo isso surge durante a produção do trabalho. A American Society of Composers, Authors and Publishers, deu a Beyoncé em 2001 o prêmio de Compositor do Ano, pela suas composições feitas para o grupo Destiny's Child no período de 1990 a 2000. Beyoncé foi a primeira compositora afro-americana e primeira mulher a ganhar esse prêmio. Ela também já recebeu em um só ano três créditos como compositora por co-escrever "Irreplaceable", "Check on It" e "Grillz" (que tem uma amostra da música "Soldier" do grupo Destiny's Child), se tornando a única mulher desde Carole King em 1971 e Mariah Carey em 1991. Beyoncé está em terceiro lugar, junto com Diane Warren, em relação a créditos, com nove singles em primeiro lugar.

Atuação no palco
Em 2006, Beyoncé apresentou sua banda feminina, as Suga Mama, que inclui baixistas, bateristas, guitarristas, trompista, tecladistas e percussionistas. A banda estreou no BET Awards de 2006 e apareceu nos videoclipes das músicas "Irreplaceable" e "Green Light" de Beyoncé. O grupo também acompanhou Beyoncé na sua segunda turnê solo The Beyoncé Experience Tour em 2007 e em sua terceira turnê solo I Am... Tour de 2009.
Depois de assistir um show da turnê I Am... Tour, Alice Jones, do The Independent, escreveu: "Beyoncé é verdadeiramente uma diva para cada ocasião". O jornal The New York Times escreveu que "há uma elegância de tirar o fôlego em seu desejo agudo de entreter o publico." Renee Michelle Harris, do jornal South Florida Times, escreveu: "Beyoncé atua no palco com uma arrogância e intensidade. Mostrando a sua poderosa voz, sem perder nenhuma nota, muitas vezes, envolvida em vigorosos passos de dança. Ninguém, nem Britney Spears, nem Ciara ou Rihanna, pode fazer o que ela faz: um pacote completo de voz, movimentos e presença."

O Daily Mail escreveu: "muitos especialistas da indústria acreditam que Beyoncé é como o próximo Michael Jackson. Embora seja muito cedo para tais comparações, ela certamente provou que ela é um dos artistas mais talentosos e excitantes atualmente e pode muito bem entrar para a história como tal." Vários críticos já elogiaram suas performances ao vivo. Depois de assistir um de seus shows, Jim Farber, do jornal The Daily News, escerveu: "a forma como Beyoncé usou o seu corpo, intensificou o sentimento de triunfo. O seu cabelo parecia uma Medusa, suas pernas longas e suficiente para dar orgulho a Tina Turner." Stephanie Classen do The StarPhoenix declarou que "o show de Beyoncé não é um show comum, ela domina o show como uma princesa alienígena sexy". O jornal Newsday escreveu que "ela provou que a coreografia quente e vocais fortes não precisam ser mutuamente exclusivos, é possível cantar e dançar sem playback."
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